
já não há mais poemas falando
a brisa fica dentro, em mim, ecoando
palavras não tomam minha mente
talvez me desfassa em mim, lentamente
saudade se faz tão constante
que, como um pêndulo, transforma meu coração
essa dor, outrora, era humilhante
agora já não cantamos a mesma canção
sinto falta de você
justamente por sentir você
ainda sinto seu hálito próximo ao meu rosto
e desejo muito seu beijo de saliva sabor mosto
teu colo sob a árvore ao som da leitura
vaga ilusão daquele olhar de candura
voe e vem nas nossas madrugadas de sonhos
e faz machucar aquele nós ao olhar de quem somos
por que ficar aí onde não estou?
por que cantar para quem não sou?
por que viver outra vida que não a minha?
por que saber a rua em que sua vida achará a minha?
saudade sinto, saudade, dolorida saudade.
a brisa fica dentro, em mim, ecoando
palavras não tomam minha mente
talvez me desfassa em mim, lentamente
saudade se faz tão constante
que, como um pêndulo, transforma meu coração
essa dor, outrora, era humilhante
agora já não cantamos a mesma canção
sinto falta de você
justamente por sentir você
ainda sinto seu hálito próximo ao meu rosto
e desejo muito seu beijo de saliva sabor mosto
teu colo sob a árvore ao som da leitura
vaga ilusão daquele olhar de candura
voe e vem nas nossas madrugadas de sonhos
e faz machucar aquele nós ao olhar de quem somos
por que ficar aí onde não estou?
por que cantar para quem não sou?
por que viver outra vida que não a minha?
por que saber a rua em que sua vida achará a minha?
saudade sinto, saudade, dolorida saudade.
Um comentário:
Acho q é o primeiro q ñ gosto...
Postar um comentário